Provas da Existência de Deus – Metafísica

Provas da existência de Deus – Será possível comprová-la? Neste Artigo apresentaremos 7 provas sobre a existência do Criador. Sob as lentes de Tomás de Aquino, brilhante filósofo do período medieval. À luz da metafísica, ciência que estuda aquilo que vai além da física.

Tomás de Aquimo

Tomás de Aquino resgatou a filosofia de Aristóteles, inclusive, às cinco vias sobre as provas da existência de Deus. Diferentemente de Aristóteles, que formulou sua filosofia e chegou em um deus impessoal. Tomás, sendo um religioso e homem de fé, analisou às cinco vias de Aristóteles e chegou na existência de um Deus Pessoal.

Leia o Artigo, entenda, reflita e compartilhe. Você viajará no pensamento racional e convincente deste brilhante filósofo.   Ser cristão não é seguir uma fé cega e irracional, ou dar um tiro no escuro. Cada uma destas sete provas, carregam consigo argumentos profundos e incontestáveis.

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Provas da existência de Deus

PROVA PELO MOVIMENTO

Provas da existência de Deus. São Tomás de Aquino considera esta a prova mais manifesta de todas. Para bem compreendê-la, é importante ter bem presentes ao espírito, em simultâneo, a noção de movimento e o princípio geral em que se baseia a prova.

Provas da existência de Deus

Provas da existência de Deus

O princípio de argumento

A noção de movimento. Entende-se por movimento, não apenas o deslocamento de um objeto de um lugar para outro, ou seja, trata-se da passagem da potência ao ato, isto é, de uma modalidade de ser a uma outra. O que existe essencialmente no movimento é propriamente a passagem enquanto passagem, tornando o movimento uma realidade que participa a um tempo do ato e da potência. O movimento é, então, o sinal e a forma do que se chama em geral o devir (vir-a-ser).

O argumento – Em virtude do princípio precedente, São Tomás de Aquino estabelece que o movimento exige um primeiro motor (o que não é mais do que uma aplicação do princípio geral da inteligibilidade do devir vir-a-ser). “Na realidade”, diz São Tomás, é notório (e nossos sentidos não podem negar) no mundo, muitas coisas estão em movimento.

Ora, aquilo que está em movimento é obrigatoriamente movido por outro. É impossível que, sob o mesmo aspecto, e do mesmo modo, um ser seja a um tempo movente e movido, quer dizer que se mova a si mesmo e passe por si mesmo da potência ao ato.

A inteligibilidade do vir-a-ser. Toda a questão estará então em descobrir o que torna inteligível (quer dizer, o que explica) o devir (vir-a-ser). Para isto, vai-se recorrer ao princípio, estabelecido na Ontologia (ciência que estuda o SER), segundo o qual “tudo o que se move é movido por outro”, quer dizer que nada passa da potência ao ato a não ser sob a ação de uma causa já em ato, o que significa, mais resumidamente, que nada pode ser causa de si mesmo.

Logo, não é difícil entender, se a coisa está em movimento, é porque ela é, obviamente, movida por outra. Isto porque, se a coisa que move por sua vez se move, é preciso, que ela seja movida por uma outra, e esta por outra, e esta por outra…

Ora, não se pode prosseguir assim até o infinito, porque não haveria então o primeiro motor que move todos os outros, e daí se compreenderia que não haveriam outros motores, pois, os motores intermediários não podem se mover, exceto se sejam movidos pelo primeiro motor. Logo, é preciso chegar a um motor primeiro que não seja movido por nenhum outro. E esse primeiro motor é Deus.

A planta cresce, e seu crescimento depende do sol; mas o sol, de que depende? Seu movimento atual, de onde provém? Se o recebe de outro astro, esse astro, por sua vez, de onde recebe atualmente o seu movimento?

É impossível retroceder assim ao infinito, isto implicaria em suprimir o princípio e a causa do movimento, e assim, o próprio movimento. Ora, o movimento existe. Logo, não se pode negar a existência de um primeiro motor. E, caso o mundo fosse eterno, seu movimento exigiria, obviamente, um primeiro motor eterno também.

O primeiro motor imóvel é infinitamente perfeito. Com efeito, toda mudança implica imperfeição, visto que mudar é adquirir o ser que não se tem. Se, pois, o primeiro motor é absolutamente imóvel é que ele possui toda a perfeição, quer dizer, a plenitude do ser. Em outras palavras, ele é Ato puro.

O primeiro motor imóvel é um ser Espiritual, toda matéria é corruptível, portanto, obrigatoriamente imperfeita. Sendo espiritual, o primeiro motor deve ser também inteligente e livre, pois inteligência e liberdade são propriedades essenciais dos seres espirituais.

O primeiro motor imóvel é Eterno, uma vez que é absolutamente imóvel.

O primeiro motor imóvel é Onipotente. (Todo Poderoso), pois, princípio do movimento universal, está presente em tudo aquilo que se move, ou seja, em todo o Universo.

Provas da existência de Deus

PROVA PELA CAUSALIDADE

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Provas da existência de Deus – O argumento

Há uma Causa absolutamente primeira. Na prova pelo movimento, colocamo-nos do ponto de vista do devir (vir-a-ser) fenomenal. Aqui, encaramos a causalidade propriamente dita. Tudo o que se produz, é produzido por outra coisa (senão, o que é produzido seria causa de si mesmo, isto é, antes de si, caracterizando um absurdo).

Conclui-se daí, excluindo todo regresso ao infinito, que existe uma Causa necessariamente primeira, fonte que origina toda causalidade.

Esta Causa primeira transcende sobre todas as outras séries causais. Trocando as palavras, ela não pode ser um elemento da série das causas. Se ela não fosse mais que o primeiro elemento da série causal, seria preciso explicar como este primeiro elemento teria iniciado a ser causa, que, partindo do princípio de que nada se produz a si mesmo, seria preciso recorrer a uma causa anterior a que se deve considerar como primeira, isto é impossível e contraditório.

É necessário, pois, que a Causa primeira seja transcendente, ou seja, ultrapasse absolutamente e domine sobre todas as séries causais, que ela seja causa por si, incausada e incriada.

PROVA PELA EXISTÊNCIA DE SERES CONTINGENTES

Provas da existência de Deus – O argumento

Esta prova parte do princípio de que o mundo físico é formado de seres contingentes, isto é, de seres que são, mas poderiam não ser, pois estes seres, ou nós os vimos surgir, ou então a ciência nos apresenta como eles foram formados, ou ainda a sua composição exige, para explicá-los, uma causa de sua unidade.

Ora, os seres contingentes não têm em si mesmo, razão de sua existência. Na verdade, um ser que tivesse em si, ou seja, na sua própria natureza, a razão de sua existência, existiria sempre e necessariamente.

Os seres contingentes devem, assim, ter, num outro, a razão de sua existência, e, este outro, se também é contingente, também precisa ter num outro. Entretanto, não é possível regredir assim até ao infinito: de ser em ser, devemos chegar, afinal, a um ser que tenha em si mesmo a razão de sua existência, quer dizer, a um ser necessário, que exista por si, e pelo qual todos os outros existam.

Este ser necessário, que existe por sua própria natureza, e que não pode não existir, é Deus.

Entende-se que, o mundo é composto de seres contingentes. Logo, ele também é contingente e, assim como cada uma das suas partes, não existe por si mesmo. Sendo assim, sua existência, para ser bem compreendida, postula a existência de um ser que existe por si e é Deus.

Provas da existência de Deus

PROVA PELOS GRAUS DE PERFEIÇÃO DOS SERES

Provas da existência de Deus

Provas da existência de Deus – O argumento

Partiremos dos graus de beleza que as coisas manifestam diferentemente. Deve-se perguntar: se a beleza se encontra em diferentes seres segundo graus diferentes, é preciso que ela seja produzida neles por uma causa única.

Não existe a menor possibilidade de que esta qualidade comum a seres múltiplos e diversos seja pertencente a estes seres em razão de sua própria natureza, pois, do contrário, não seria possível compreender porque a beleza se encontra neles, às vezes em maior, às vezes em menor quantidade.

Eles seriam esta beleza por sua própria essência, isto é, precisamente a possuiriam perfeita, sem limite, nem restrição. O fato de que existem diferentes graus de beleza obriga então a que os diversos seres em que descobrimos estes graus participem simplesmente de uma Beleza que exista fora e acima desta hierarquia de belezas, e é a Beleza absoluta e infinita.

Este entendimento se aplicaria validamente a todas as perfeições, ou qualidades, que se elevam ao absoluto: ser, unidade, verdade, bondade, inteligência e sabedoria. O primeiro princípio precisa, então, ser necessariamente, Ser perfeito, Unidade absoluta, Verdade, Bondade, Beleza, Inteligência e Sabedoria infinitas.

Alcance do argumento. Este argumento não exige, apenas, uma Beleza ideal, mas uma Beleza subsistente, nem, apenas, uma Verdade ou uma Bondade ideal, mas uma Verdade e uma Bondade subsistente (e assim por diante para as outras perfeições, quer dizer que ele conduz, como os argumentos precedentes, a um Ser que existe em si e por si, e que é, por essência (Verdade, Bondade, Beleza, Unidade, etc.), absolutas e infinitas.

E que este argumento, como os precedentes, também é investigação de uma razão de ser, a saber, investigação da razão ou da causa da semelhança, ou hierarquia dos seres compostos. Sob este aspecto, estabelece que os seres que possuem graus desiguais de perfeição não têm em si mesmos a razão última dessa perfeição e que esta não pode explicar-se senão por um Ser que a possui: absoluta e essencialmente, enquanto o resto a possui apenas por participação.

Provas da existência de Deus

PROVA PELA ORDEM DO MUNDO
Provas da existência de Deus

Provas da existência de Deus – O argumento

Princípio do argumento. A prova pela ordem do mundo (ou argumento das causas finais) fundamenta-se no princípio de finalidade, e toma o seguinte formato: a organização dos elementos do universo é complexa, e objetiva um fim, não se pode compreender sem uma inteligência ordenadora.

Na realidade, apenas a inteligência pode ser razão da ordem, quer dizer, da organização dos meios objetivando um fim, ou dos elementos tendo em vista o todo que compõem: os elementos ignoram os fins e, sendo assim, se os corpos ou os elementos corporais conspiram em conjunto para o funcionamento do todo, é preciso que sua organização tenha sido obra de uma inteligência.

Forma do argumento. Parte-se da premissa da ordem universal. Esta ordem é notória, não pode ser negada: considerado no seu conjunto, o universo nos aparece como algo admiravelmente ordenado, em que todos os elementos, mesmo sendo tão diferentes um do outro, conspiram para um fim comum, o funcionamento geral do universo.

Em contrapartida, cada um dos elementos que compõem o universo possui uma finalidade interna, isto é, uma exata apropriação de todas as suas partes, objetivando o bem deste mesmo ser.

Sendo assim, esta ordem só pode ser compreendida unicamente pela existência de um princípio inteligente, que ordena todas as coisas a seu fim, e ao fim do todo que elas compõem. É preciso, então, admitir que existe uma Causa ordenadora do universo.

Fruto do acaso. Nenhum erudito da ciência nega que a ordem está presente no mundo. Mesmo os ateus não o contestam. Mas para fundamentar sua descrença, afirmam que a ordem do mundo pode ser explicada pelo acaso. O mundo em que vivemos, defendem eles, é regido por forças naturais; passou por fases extremamente diferentes da que conhecemos, e esta não se perpetuou a não ser graças à harmonia que estas forças misteriosas acabaram por gerar, por forças fortuitas.

Não é difícil de ver que esta explicação é, na realidade, fuga de uma explicação convincente. Quando se fala de acaso, logo se pensa em caos. E o caos não produz nada, porque ele é nada. O nada não pode vir do nada.

O acaso é indicador da inconstância e da irregularidade, o que é o contrário da ordem.

O acaso pode explicar uma ordem acidental e parcial, mas nunca uma ordem que rege inumeráveis casos, e se perpetua, ora no interior dos seres, ora em suas relações em conjunto, com uma continuação invariável.

A teoria da evolução. A teoria da evolução, faz vários malabarismos para tentar explicar a ordem do mundo. Entretanto, a teoria evolução, longe de estabelecer a ordem, a supõe, dado que se faz de acordo com leis e leis necessárias e naturais. A evolução exige, no entanto, absolutamente, uma inteligência.

E que as causas eficientes não excluem de forma alguma as causas finais: ao contrário, o mecanismo não tem sentido, ou mesmo existência, senão pela finalidade.

Por isso, as causas que podem explicar a evolução dos seres do universo não fazem mais do que obedecer a uma ideia imanente, por conseguinte, supõem a existência de uma ordem anterior e superior a elas.

Vale lembrar que, a teoria da evolução sempre foi e sempre será uma teoria, ou seja, não se sustenta em algo sólido e concreto.

Provas da existência de Deus

PROVAS MORAIS DA EXISTÊNCIA DE DEUS

Provas da existência de Deus – O argumento

Sentido geral das provas morais. Elas são assim chamadas porque partem da premissa de que os seres humanos são regidos por princípios morais. Quando estas provas colocadas com rigor, não têm menos força que os argumentos metafísicos, aos quais, estes princípios estão ligados.

Elas são, por outro lado, particularmente aptas a fazer compreender, não apenas a que ponto o problema de Deus se enraíza no mais profundo de nosso coração, mas ainda que não há solução verdadeira suficiente senão na crença na existência de um Deus pessoal, Inteligência e Amor infinitos.

Porque, agora, menos do que então, a ideia de um Deus cósmico, alma do mundo, vir-a-ser infinito, lei universal anônima e impessoal, não conseguiria satisfazer a razão nem o coração.

Divisão das provas morais – Podem-se reduzir a quatro as provas morais, que comumente se invocam em favor da existência de Deus, a saber: as provas pela obrigação moral, pelas aspirações da alma (ou prova psicológica), pelo consentimento universal, e pelo fato da experiência mística.

PROVA PELAS ASPIRAÇÕES DA ALMA

O fato da inquietação humana. O homem é subjugado, durante toda a sua existência, a uma espécie de conflito, que não para de Inquietar-lhe a razão e angustiar lhe a alma: por um lado, ele está lutando com todas as forças de seu ser profundo, ansiando encontrar uma felicidade perfeita, estável e sem fim, em que se realizariam igualmente a perfeição de sua natureza e a aspiração de seu coração, e, em simultâneo, e por mais que reaja, é vítima da miséria, da doença, da tristeza e, finalmente, da morte.

O argumento – Os humanos são seres de inquietude. Também possui o sentimento invencível de que este conflito deve ser, em algum momento, resolvido. Espera ele, que a morte não pode ser-lhe um fracasso final, um mergulho no nada. Neste sentimento, não há simplesmente, uma queixa da sensibilidade, que se revolta ante a destruição do ser corporal, mas, desponta com mais força ainda, como um protesto da razão.

O universo físico manifesta, com perfeição, uma ordem evidente: um determinismo rigoroso regula o seu curso e reúne seus elementos, de maneira que faça deles um Cosmo, um mundo, uma coisa ordenada e harmoniosa.

Se assim é como seria possível que a desordem e o absurdo reinassem na ordem moral, e que aí reinassem duplamente, de início, pelo aniquilamento de um ser inteligente e livre, que, com todas as forças de seu coração, aspira a viver infinitamente e gozar de uma felicidade pura, sem poder encontrar no mundo, nem nos prazeres, nem na arte, nem na ciência, nada que o satisfaça plenamente.

Depois pelo desastre que a justiça sofreria se uma outra vida, além da morte, não viesse restaurar, em favor do justo, um equilíbrio que não se realiza no mundo?

É, por isso, impossível admitir que o mundo, ordenado e racional na ordem física, seja lançado ao absurdo na ordem moral. Isto equivale a dizer que a ordem moral supõe e exige a um tempo um Bem Supremo, que satisfaça os profundos desejos do coração humano, e uma Providência, que lhe garanta a realização de uma soberana e incorruptível justiça.

PROVA PELO CONSENTIMENTO UNIVERSAL

O fato do consentimento universal. A crença em Deus não é um privilégio apenas dos filósofos, e nem reservada aos sábios, também, não são conceitos modernos, nem um elemento da civilização ocidental. É uma ideia universal, no tempo e no espaço.

Em todas as latitudes e todas as culturas, desde o início até hoje, as pessoas, sábias ou ignorantes, confirmam sua crença na existência de um Líder Soberano do Cosmo.

Nem as mitologias, tantas vezes estranhas em que se aplicou a crença em Deus, nem o ateísmo, suposto ou real, que permeia a história, principalmente contemporânea, podem valer contra o fato do consentimento moralmente unânime do gênero humano. Ora, este fato deve ser explicado.

O sentido e o alcance da argumentação. Não se pode facilmente afirmar simplesmente que a universalidade da crença em Deus prova a existência de Dele. Até a época de Copérnico, os homens acreditavam unanimemente que o sol girava em torno da terra: isto não prova de forma alguma a realidade de um tal movimento.

No entanto, esta unanimidade provava que razões sérias e graves (a saber, as aparências, que até COPÉRNICO e GALILEU, nada permitia retificar) existiam em favor de uma tal opinião.

Assim também ocorre no caso da universalidade da crença na existência de Deus. Essa universalidade significa que há razões suficientes e acessíveis a todas as inteligências, em favor da crença em Deus.

Portanto, enquanto não se conseguir mostrar que essas razões são desprovidas de valor, pode-se estimar que a crença em Deus resulta do exercício normal do pensamento humano, que obedece às exigências racionais.

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