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FORMAÇÃO DO NOVO ESTADO DE ISRAEL em 14 de maio de 1948

FORMAÇÃO DO NOVO ESTADO DE ISRAEL

Formação do Novo estado de Israel é um tema muito discutido. Talvez, o maior legado escrito sobre povos, concentra-se sobre esta pequenina Nação. Cada um narra sobre as lentes tendenciosas de suas crenças. Por isto, este Artigo pretende apresentar uma reflexão desprovida de qualquer religiosidade. Cabe a você leitor, ler, entender e decidir, quais são as pedras que impedem um convívio pacífico e aceitável.

Período Pré-formação

As duas Guerras Mundiais fazem parte dos mais devastadores acontecimentos da história mundial. Embora, seus efeitos destruidores que resultaram na morte de milhões de pessoas em muitas regiões do planeta, inclusive, um dos mais perverso e cruel acontecimento que mancharam a história humana “o holocausto”. Cujo ignorante, egocêntrico, egoísta e cruel líder tirano Hitler matou mais de seis milhões de judeus nas câmaras de gás, fome e trabalhos forçados no período Nazista. No entanto, estas guerras tiveram também seu lado positivo, cujo desfecho foi à formação no Novo Estado de Israel que conhecemos hoje.  FORMAÇÃO DO NOVO ESTADO DE ISRAEL

Vejam abaixo as Informações extraídas do Livro (Por que justamente Israel).

A Primeira Guerra Mundial trouxe consigo a garantia dos ingleses de outorgar uma pátria aos judeus. A base foi o seguinte argumento: na Primeira Guerra os turcos lutaram ao lado dos alemães contra os ingleses. Um judeu oriundo da Rússia chamado Dr. Chaim Weizmann assumiu a cidadania britânica em 1910. Ele havia estudado Química na Alemanha e na Suíça.

Em 1901, Weizmann tornou-se coordenador do Curso de Química na Universidade de Genebra, e professor de Bioquímica na Universidade de n Manchester em 1903. Durante seus trabalhos como diretor dos laboratórios do Almirantado britânico (1916-1919), ele descobriu um método de produção de acetona, necessária para produzir explosivos.

Essa descoberta contribuiu decisivamente para que os ingleses ganhassem a guerra contra os alemães. Com isso, encerraram os 400 anos de domínio turco na Palestina e receberam em 1919 o mandato sobre essa região. Em 1917, Weizmann conseguiu a famosa Declaração Balfour, na qual os ingleses asseguravam aos judeus uma Pátria na Palestina. Weizmann tornou-se mais tarde co-fundador do Estado Judeu e o seu primeiro presidente. LIETH, Norbert, Por que justamente Israel? Porto Alegre, 2009, Actual.

DEU COM UMA MÃO E TIROU COM A OUTRA

A declaração Balfour, de 1917, a Conferência de Paz de Paris, de 1922, e a Declaração de Princípios da Liga das Nações, de 1922, reconheceram que a antiga terra de Israel (que passara a ser chamada de Palestina) pertencia ao povo judeu. A terra foi separada para ele e a Grã-Bretanha foi encarregada de garantir que a Palestina voltasse a ser a pátria dos judeus espalhados pelo mundo inteiro.

Mas em vez disso, para agradar os árabes por causa do petróleo, a Inglaterra dividiu a Palestina e deu mais de 70% dela para seu protegido, o Emir Abdullah Hussein, quando este foi forçado a abandonar o antigo domínio hashemita na Arábia. O presente transformou-se no Reino Hashemita da Transjordânia, hoje conhecido como Jordânia. Imediatamente, os muçulmanos demoliram todas as Sinagogas e expulsaram todos os judeus. Isso ocorreu meses antes da fundação, formação do Novo Estado de Israel.

Na Resolução 181 da ONU, promulgada em 29 de novembro de 1947, as nações se reuniram para repartir ainda mais a terra. Israel recebeu apenas 13% do território originalmente designado para ser a pátria nacional judaica. Os judeus estavam felizes por terem conseguido alguma coisa. Os árabes, no entanto, queriam tudo. Eles se revoltaram e atacaram assentamentos judaicos, implantando o terror.

Toda assim chamada proposta de paz que as potências ocidentais têm tentado impor a Israel desde então se baseia na exigência de que o país entregue mais terras aos Palestinos. O apelo é sempre o mesmo: “É só dar a eles um pouco mais!” Informações retiradas do Livro: HUNT, Dave, Israel no centro do Cenário profético, Porto Alegre, 2005, Actual Edições.

Entende-se claramente no relato acima que a mesma mão que afaga, também, é a que bate. Se por um lado a Inglaterra abriu caminho para a Formação do Novo Estado de Israel em gratidão ao Dr. Chaim Weizmann. Em contrapartida ela traiu os judeus por puro interesse comercial com os árabes.

PERÍODO DA FORMAÇÃO DO NOVO ESTADO DE ISRAEL              

A Formação do Novo Estado de Israel foi aprovada em assembleia da ONU-Organização das Nações Unidas no dia 29 de novembro de 1947 numa  Sessão presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, e proclamada por Ben Gurion em 14 de maio de 1948.

Em 1947, a Grã-Bretanha decidiu abandonar a Palestina e recorreu à ONU. Como resposta a ONU adotou um plano para repartir a terra em dois Estados, um Judeu e outro Árabe, sendo que a cidade de Jerusalém deveria ser uma zona Internacional sob sua jurisdição.

Na Palestina, os protestos árabes contra a partição explodiram com muita violência. Mesmo assim, no dia 14 de maio de 1948, o Congresso Provisório do Estado proclamou o estabelecimento do Estado judeu na Palestina, que se chamou “Midinat Israel” (Estado de Israel) e que estaria aberto para receber todos os judeus espalhados pelo mundo.

Os exércitos do Egito, Transjordânia (Jordânia a partir de janeiro de 1949), Síria, Líbano e Iraque uniram-se aos palestinos. O confronto atingiu proporções internacionais. Durante a primeira guerra árabe-israelita, os árabes não puderam evitar a Formação do Novo Estado de Israel.

Em 1949, o Conselho Provisório do Estado de Israel convocou as eleições para eleger a primeira Knesset, e o primeiro presidente do novo Estado de Israel foi Chaim Weizmann, com Davi Ben-Gurion como primeiro chefe de Governo.

Todas as tentativas pela paz permanente entre árabes e israelitas resultaram em fracasso. O Egito negou a permissão para que os navios israelenses usassem o Canal de Suez e bloqueou o estreito de Tiran (o acesso de Israel ao mar Vermelho), fato que foi considerado uma agressão por Israel. As lutas na fronteira com o Egito geraram a Segunda Guerra Árabe-Israelense.

PERÍODO PÓS-FORMAÇÃO DO NOVO ESTADO DE ISRAEL

INTOLERÂNCIA DO ISLÃ CONTRA ISRAEL

Não existe nenhum mapa árabe-muçulmano no mundo inteiro que mostre o Estado de Israel. Os logotipos da OLP e de grupos terroristas similares mostram à Palestina sem Israel. Para palestinos e muçulmanos, Israel não existe, e eles estão determinados a fazer disto uma realidade. Israel também não está no mapa do Oriente Médio.

As crianças em todo Oriente são ensinadas a odiar os judeus, inclusive, nos mapas usados nas escolas Israel não existe. Vejam a canalização deste ódio numa emboscada covarde contra Israel na Guerra do Yom Kippur:

No dia 6 de outubro de 1973 o rádio foi silenciado; os transportes em geral ficaram fora das ruas. Na linha Bar Lev, e no Sinai e também nas Colinas de Golan, tropas israelenses foram reduzidas a uma força mínima para celebração da festa Yom Kippur (Dia da Expiação). Este é o único dia a cada ano em que os judeus permanecem em silêncio e contemplação.

O silêncio daquele dia acabou inesperadamente. Às 2 horas da tarde, forças egípcias cruzaram o Canal de Suez, atropelaram os soldados que lá estavam fazendo a segurança da Linha Bar Lev, e os empurraram para dentro do Sinai. Ao mesmo tempo, os Sírios enviaram centenas de tanques às Colina de Golan.

A história registra o seguinte: Nas Colinas de Golan havia 150 tanques israelenses para enfrentar 1400 tanques Sírios. Na região do Suez havia apenas 500 soldados israelenses para lutar contra 80.000 soldados egípcios. “Prestem atenção nos números acima como são desproporcionais”

Nos dias seguintes, enquanto as reservas israelenses estavam sendo organizadas e preparadas para entrar em combate e enfrentar os ataques, as forças do inimigo planejavam um massacre que ameaçava até mesmo a existência dos judeus. Quando Israel lançou seu primeiro contra-ataque, no dia 8 de outubro, suas forças foram rechaçadas, com uma perda catastrófica de aviões, tanques e equipamentos.

Israel precisava desesperadamente de seus aliados. Os egípcios aumentava seu ataque à medida que os russos enviavam suprimentos militares para tentar assegurar uma vitória árabe. Alegou-se que foram os russos que sugeriram o Yom Kippur como o melhor dia para começar a guerra. O que se conclui desta guerra é a covardia de um ataque desproporcional e inesperado, cuja sobrevivência de Israel pode ser classificada como “milagre”.

CONCLUSÃO

Outras guerras se seguiram no decorrer do tempo contra Israel, mas, a cada ataque Israel vencia e se fortalecia. Nenhum país do mundo tem tantos inimigos como Israel, principalmente, seus vizinhos que militam para dizimar Israel e riscá-lo do mapa.

A pergunta que paira no ar e intriga seus oponentes é: Como uma nação tão pequenina, cuja soma de seus habitantes não passa de um milésimo da população da terra pode resistir e prevalecer em meio  a tantos ataques?

As mentes mais brilhantes que atuam na medicina, na filosofia, na Química, nas Tecnologias em geral, equipamentos bélicos e de defesas antimísseis, na Física foram frutos da inteligência judaica. Homens brilhantes merecedores dos prêmios Nobel. Vejam a lista dos judeus que receberam este prêmio, clica no link abaixo:

Wikipédia a enciclopédia livre

Infelizmente, no mundo há um antissemitismo acirrado que incita o ódio contra os judeus. A paz só virá quando o preconceito e a intransigência contra este povo que já foi perseguido e massacrado em muitas etapas de sua história, deixar de existir. A aversão à religião monoteísta judaica em detrimento ao Islã parece nunca ter fim.

Adilson Cardoso

Bibliografias

Revista Notícias de Israel, janeiro de 2014, artigo 4, página 15

LIETH, Norbert, Por que Justamente Israel, Porto Alegre – RS, Actual Edições

HUNT, Dave, Israel no Centro do Cenário Profético, Porto Alegre – RS, Actual Edições

Israel Institute of Biblical Studies

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